A vaquinha Gertrudes e o Corvo

•setembro 22, 2008 • Deixe um comentário

Um corvo faminto furtou um belo queijo e com ele bico voou para o alto de uma arvore. A vaquinha Gertrudes o viu e berrou:

– Bom dia, belo corvo! Que lindas sao suas penas! Que belo e o seuu corpo! Que elegante e a sua cabeca! Sou capaz de jurar que um animal bonito assim ha de ter tambem uma bonita voz! Cante, que eu quero ouvi-lo.

O corvo envaidecido, abriu o bico para cantar. E o queijo caiu na boca da vaquinha Gertrudes. Assim, ela com sua sabedoria continuou a produzir seus lindos e deliciosos queijos, sem brigas com o seu amigo.

E o corvo aprendeu um velho ditado: Os elogios exagerado sao sempre suspeitos.

por Adilson Vargas.

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O céu

•setembro 18, 2008 • 5 Comentários
O céu

O céu

Entre os meus 13 e 14 anos ,eu parava pra observar o céu durante à noite. Gostava muito de ver as estrelas cadentes e toda vez que eu conseguia, fázia um pedido, pois falavam que antes da estrela cair devíamos fazer um pedido,que ele se realizava.

Durante algum tempo,eu ficava olhando para o céu,buscava no céu um momento para eu ficar ali pensando sobre tudo.Outras vezes,olhava para o céu em busca dos desenhos que as estrelas formavam. Para mim parecia uma panela ,na lua eu via sombras que pareciam formar um cavalo e outras vezes pareciam ser bruxas.

Observando o céu no planetário consegui ver com muita clareza as estrelas , os planetas a via lactea.As estrelas formam vários desenhos como um escorpião,uma virgem com uma espiga de trigo na mão,a cartola do mágico ,panela , hamburguer, as tres marias e também outros planetas .

Antigamente, os povos costumavam se orientar pelo céu, pois olhando para o céu , eles conseguiam ver se era época de plantar e de colher,as épocas de secas e enchentes .Também quando queriam saber as horas olhavam para o Sol.

por Marcia Toldo

Aprenda a viver na boa

•setembro 17, 2008 • 11 Comentários
Para Peterson

Para Peterson

Vida numa Boa

Vida numa Boa

por Jeversom Luis Toldo

A Vaca Gertrudes

•setembro 17, 2008 • Deixe um comentário

Era uma vez um senhor cujo nome era João, casado há 30 anos com dona Marta. Ele morava em um sítio, onde criava vários animas: galinhas, porcos, perus, cachorros, avestruzes, codorna e a vaquinha Gertrudes.

Era uma vaquinha muito especial, pois ela tinha nascido há 10 anos no sítio do seu João e de dona Marta. Adoravam o bicho, por dava muito leite todos os dias.

Certa vez seu João estava trabalhando na lavoura quando dona Marta chegou gritando:

– João, a Gertrudes está partindo um bezerro.

Quando seu João chegou lá o bezerro estava entalado. Ele teve que ir até o sítio de seu compadre Chico pedir ajuda. Quando os dois chegaram lá puxaram o bezerro até ele sair. Gertrudes sofreu muito e ficou muito fraca.

Dona Marta tratou de cuidar da vaca e do bezerro. No dia seguinte dona Marta foi até o celeiro e não gostou do que viu. A comida que havia colocado para Gertrudes ainda estava toda lá. Então, foi até seu João e falou que Gertrudes estava muito doente.

Seu João teve que tomar uma decisão rápida, Gertrudes estava muito mal. Então ele pegou a carroça e foi até a cidade pedir ajuda. E o veterinário foi até o sítio e receitou os remédios para a vaca. Depois de três dias ela já estava bem.

E para seu João e dona Marta era só alegria, pois eles não imaginavam perder Gertrudes e sua mais nova bezerra, a Genoveva.

por Jeversom Luis Toldo